quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Aptidão Numérica

   Os números estão por toda parte. No entanto, ao falar  em matemática , muitos se escondem com medo.Isso é surpreendente, já que até bebês e animais podem assimilar algum tipo de mecanismo de contagem.


   Todos possuem algum grau de aptidão numérica inata. Isso faz parte da nossa natureza. Estamos sempre lidando com números e realizando operações mentais com eles. Pense no seguinte: muitas vezes,acordamos porque programamos o alarme do relógio para tocar em uma  hora específica, uma hora que interpretamos  através da leitura de números. Quando compramos  algo, também usamos números para calcular  seu valor. Na cozinha, também usamos números que nos ajudam a calcular as porções de uma receita. O raciocínio numérico baseia-se na lógica, racionalidade, argumentação e prova. No entanto, quando nos perguntam  se somos bons em matemática, normalmente respondemos de forma negativa, pois  a palavra está sempre associada ao sofrimento  que passamos quando tivemos que aprender  fórmulas, frações, geometria e  trigonometria. Por que isso acontece?

Numerofobia




   Algumas pessoas têm dificuldades em lidar com números desde pequenas. Pode ser um medo desenvolvido na escola ou em algum tipo  de bloqueio mental que muitos não conseguem contornar. Se você acha que é uma dessas pessoas, pode estar sofrendo de numerofobia, ou seja, medo de números - uma crença irracional de o cérebro não ser capaz de processar problemas matemáticos ( mesmo que a matemática tenha a ver com a aplicação lógica e da realidade é, paradoxalmente, afetada pela emoção). A verdade é que, mesmo aqueles que sofrem dessa fobia, se utilizam de habilidades matemáticas de forma inconsciente em seu dia a dia. Para superar  a ansiedade, é necessário um compromisso contínuo com a aprendizagem, um reconhecimento dos medos e uma vontade de trabalhar para tentar ultrapassá-los. Você irá se surpreender com a velocidade com que o cérebro é capaz de aprender  novas formas de responder 
a medos persistentes.

                                                                                                  Revista Coquetel - Turbine seu cérebro



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